Presidente do Corecon-SC é eleito conselheiro federal efetivo do Cofecon
Presidente do Corecon-SC é eleito conselheiro federal efetivo do Cofecon - Corecon/SC

Com 221 votos, o presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-SC) de Santa Catarina, Paulo Roberto Polli Lobo, foi eleito nesta sexta-feira, 29, conselheiro federal efetivo do Conselho Federal de Economia (Cofecon). A assembleia de delegados-eleitores, votação na qual são eleitos os novos conselheiros federais, com mandato no triênio 2020-2022, ocorreu em Brasília.

Polli foi o quinto mais votado. Emocionado e entusiasmado com o novo desafio, Polli ressalta que pretende batalhar ainda mais pelas bandeiras dos economistas, agora em nível nacional. Polli Lobo assumiu a presidência do Corecon-SC em março deste ano e seguirá no cargo.

Polli Lobo possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral. Por mais de 20 anos foi funcionário da Celesc, ocupando cargos de diretor regional ou na diretoria econômica. Hoje, além de presidente do Corecon e conselheiro do Cofecon, é contabilista com escritório em Florianópolis, integra o Conselho Fiscal do Sindicato dos Economistas no Estado de Santa Catarina, é conselheiro fiscal do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE/SC) e vice-presidente da Federação Nacional dos Economistas.

Como conselheiros efetivos, foram eleitos os seguintes economistas: Waldir Pereira Gomes, com 273 votos; Carlos Alberto Safatle, com 269; Maria de Fátima Miranda, com 266; Mônica Beraldo Fabrício da Silva, com 264s; Paulo Roberto Polli Lobo, com 221; e Wellington Leonardo da Silva, com 218 votos. Os demais economistas tiveram a seguinte votação: João Bosco Ferraz de Oliveira, 97 votos; Paulo Salvatore Ponzini, 72 votos; Paulo Brasil Corrêa de Mello, 25 votos; e Cid Cordeiro Silva, 13 votos.

Como funciona a assembleia

O plenário do Conselho Federal de Economia possui 18 conselheiros efetivos e 18 suplentes. O mandato de conselheiro federal é de três anos, mas o plenário é dividido em três terços cujos mandatos acontecem em períodos diferentes. Desta maneira, o 1º terço tem mandato de 2019 a 2021; o 2º terço, de 2017-2019; e o 3º terço, de 2018-2020. Portanto, ocorre uma renovação constante no plenário, uma vez que, a cada ano, encerra-se o mandato de seis conselheiros efetivos e seis suplentes.

No mês de outubro, quando os economistas de todo o Brasil elegeram os novos conselheiros regionais, cada chapa concorrente apresentou um delegado-eleitor efetivo e um suplente. A função deles é reunir-se nesta assembleia, realizada hoje, na qual são eleitos os novos conselheiros federais. O número de votos de cada delegado é definido com base na quantidade de economistas registrados e adimplentes em cada Conselho Regional de Economia: até o limite de 2.000 economistas, um voto para cada grupo de cem economistas em dia; e acima deste limite, um voto para cada grupo de duzentos economistas.